Madrugada sem Pablo Escobar:

Como um passeio noturno pelo centro de Medellin desperta futuros jornalistas

Autores

  • Ben-Hur Demeneck

Resumo

Este texto procura de respostas para: “Como uma caminhada, feita durante a madrugada pelo centro ‘perigoso’ de Medellin, transforma-se numa ferramenta pedagógica? Como ela diminui as distâncias entre academia e prática profissional do jornalismo?”. Passeio esse próximo do que seria a peripatética se levada à pedagogia voltada para os fundamentos e processos jornalísticos – caminhando e conjeturando. Mais que um trabalho que esmiúça e analisa a atividade, prefere descrevê-la, relatá-la e contextualizá-la, com o objetivo de um intercâmbio entre ensino do jorna- lismo entre Brasil e Colômbia via a exposição de referên- cias históricas, literárias, geográficas e sociais desde uma perspectiva desse país hispânico. A entrevista foi concedi- da pelo professor universitário e jornalista Ramón Pineda. Oportunidade também para dar a saber como o jornalismo cultural contrapôs o “pleno terror em Medellin” (Ana Ma- ria Cano), nos anos 1990, via revista La Hoja, época dos “violentólogos”. Medellin é “a cidade da eterna primavera”, para ficar numa das ligeiras classificações, embora haja quem apenas a considere como a terra de Pablo Escobar.

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Publicado

2018-06-22

Como Citar

Demeneck, B.-H. (2018). Madrugada sem Pablo Escobar:: Como um passeio noturno pelo centro de Medellin desperta futuros jornalistas. Revista Brasileira De Ensino De Jornalismo, 1(7), 171–208. Recuperado de https://rebej.abejor.org.br/index.php/rebej/article/view/122

Edição

Seção

Artigos