“ECO+ na quarentena”
a experiência do ensino remoto de Jornalismo Audiovisual na UFRJ
DOI :
https://doi.org/10.46952/rebej.v11i28.432Mots-clés :
Ensino de Jornalismo; Jornalismo Audiovisual; Pandemia; UFRJ; “ECO na quarentena”Résumé
Neste trabalho, nos propomos a apresentar o resultado da experiência acadêmica da disciplina “Produção de Noticiário em TV”, feita de forma remota, desenvolvida entre setembro e novembro de 2020, que resultou na produção laboratorial “ECO+ na quarentena”, contando com 14 reportagens televisivas. Iniciamos apresentando a implantação do Período Letivo Excepcional (PLE) empreendido pela Escola de Comunicação da UFRJ, consideramos aspectos pertinentes ao desenvolvimento da disciplina em questão e finalizamos com análises a respeito de percepções da turma sobre o aprendizado do jornalismo audiovisual pelo modelo remoto.
Références
ALSINA, M. R. A construção da notícia. Petrópolis: Vozes, 2009.
BECKER, B. Televisão e Telejornalismo: Transições. São Paulo: Editora Estação das Letras e Cores, 2016.
______. Jornalismo audiovisual de qualidade: um conceito em construção. In: BECKER, Bea-triz (org.). Pensando e fazendo Jornalismo Audiovisual: a experiência do TJUFRJ. Rio de Janeiro: E-papers, 2012, p.15-38.
EMERIM, C. Telejornalismo ou jornalismo para telas: a proposta de um campo de estudos. Estudos em Jornalismo e Mídia, Florianópolis, v. 14, n. 2, p. 113-126, jan. 2018.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1983.
OLIVEIRA, A. F. P.; QUEIROZ, A. S.; SOUZA JÚNIOR, F. A. de; SILVA, M. C. T.; MELO, M. L. V.; OLIVEIRA, P. R. F.. Educação a Distância no mundo e no Brasil. In: Educação Pública, v. 19, n. 17, 20 ago. 2019.
MACHADO, A. A televisão levada a sério. São Paulo: Editora SENAC, São Paulo, 2000.
MEDITSCH, E. O jornalismo e uma forma de conhecimento? Covilhã: Universidade da Beira do Interior/Labcom, 1997.
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de Marketing: Uma orientação aplicada. 7. ed. Porto Alegre, Bookman, 2019.
MELLO, E.; COUTINHO, I. Telejornalismo Expandido: o conteúdo televisivo jornalístico nas redes sociais. In: Anais do 14º SBPJor – Encontro Nacional de Pesquisadores em Jorna-lismo. São Paulo: SBPJor, 2016.
SCHUDSON, M. Descobrindo a notícia: uma história social dos jornais nos Estados Uni-dos. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2010.
SILVA, E. M. Fases do Telejornalismo: uma proposta epistemológica. In: EMERIM, C.; COU-TINHO, I.; FINGER, C. (org.). Epistemologias do telejornalismo brasileiro. Florianópolis: Insular, 2018, p. 19-35.
TRAQUINA, N. Teorias do jornalismo – Volume I: porque as notícias são como são. 2. ed. Florianópolis: Insular, 2005.
VIZEU, A., CORREIA, J. A construção do real no telejornalismo: do lugar de segurança ao lugar de referência. In: VIZEU, A. A sociedade do telejornalismo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 11-28.
VIZEU, A. O telejornalismo como lugar de referência e a função pedagógica. In: Revista FAMECOS, Porto Alegre, v. 16, n. 40, p. 77-83, 2009.
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Ms. ANA GOULART DE ANDRADE, Dr. SANDRO TÔRRES, Dr. CRISTIANO SANTOS 2021

Ce travail est disponible sous la licence Creative Commons Attribution 4.0 International .
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).